domingo, 30 de outubro de 2011

Pouco Velozes, Muito Furiosos


Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio é o quinto longa da série de carros de Justin Lin que tem, ou pelo menos deveria ter como cenário principal, a cidade do Rio de Janeiro. Devia porque na real, não é assim que a coisa funciona. O longa se passa quase todo em Porto Rico, cidade caribenha que lembra muito o nosso país. Algumas tomadas aéreas, alguns diálogos até que foram feitos em terras brasileiras mas, é só.

O filme se passa imediatamente após os eventos de "Velozes 4" quando Brian e Mia resgatam Dominic Toretto do ônibus que o levava à prisão. Depois disso, os três, agora foragidos da polícia se separam e se encontram meses depois em uma favela do Rio de Janeiro (novidade?) eis que surge uma oportunidade de um golpe milionário que pode mudar suas vidas para sempre, o problema é que o agente Luke Hobbs desembarca na cidade com a missão de capturar Dom que também vira alvo dos militares cariocas.

Dom irá precisar da ajuda de velhos comparsas que retornam a franquia, para o golpe ser realizado.

Um fato que se iniciou desde o ultimo filme e que continua nesse é em relação a confusão cronológica que o diretor impôs. "Velozes" 4 e 5 se passam antes dos eventos dos terceiro filme, personagem morto inexplicavelmente aparece (mais uma vez).

De longe, esse filme não chega nem perto de ser o melhor, tem muita ação (até de mais), porém, perde-se um pouco da identidade da franquia que é de carros tunados, corridas clandestinas etc. Não que nesse filme não contenha, mas é em pouca quantidade, algumas tiradas engraçadas funcionam muito bem, Vin Diesel e Paul Walker até que convencem dentro da proposta de cada um, a historia é bem amarrada, mas, provocou em mim um certo tédio em determinado ponto.

É bastante decepcionante para nós brasileiros ver cenas que supostamente seriam no Rio de Janeiro, na verdade não passar de uma farsa, já que quem mora no Brasil há um pouco de tempo é fácil identificar as cenas que foram gravadas no país, que são bem poucas.

Portanto, velozes e furiosos 5 é mais um filme pipoca, e mesmo com as poucas cenas com carros, as cenas absurdas de ação conseguem animar mesmo já não sendo nenhuma novidade.

sábado, 29 de outubro de 2011

Mais do Mesmo na Parte 2 de " Se Beber Não Case"


Acabei de assistir à " Se beber não case 2" e confesso que esperava mais. Não que eu esperasse um filme grandioso, com um roteiro elaborado e atuações memoráveis, muito pelo contrário, mas, pelo menos esperava algo à altura do primeiro filme, o que foi um erro pois todo mundo sabe que foram poucas as continuações que realmente superaram ou igualaram seu antecessor. "Se beber não case 2" é “bom” no que o filme se propõe: Risada, porém, nem tanto. Algumas piadas são bastante apelativas o que faz perder pontos na minha visão. É praticamente a mesma coisa do primeiro filme com um cenário diferente, não há uma idéia nova.

Assim como no primeiro, os quatros amigos viajam as vésperas de um casamento e dessa vez quem vai se casar é Stu e a cerimônia acontecerá num luxuoso resort na Tailândia. Numa noite, os amigos bebem todas e no outro dia acordam em Bangoc, sem saber como. O cunhado de Stu desapareceu na cidade e eles não podem voltar para o hotel sem ele.

Dessa vez o clima do longa é mais dark, afinal, é ambientando em Bangcoc. O Gordinho Alan está impagável com seu humor ingênuo, dei algumas risadas nas situações relacionadas a ele. No mais, é apenas mais do mesmo. Não dá pra se esperar muita coisa realmente, com certeza, haverá opções melhores na hora de escolher um filme desse estilo.

Pior que estão cogitando uma nova continuação e sinceramente, se isso ocorrer espero que os diretores mudem a premissa, pois se apostarem nessa formula novamente eu começarei a me preocupar com o estrago que está sendo causado a série, que o diga essa parte 2.

2/5

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A Reflexão Por Trás de "A Árvore da Vida"


Assisti à "A Árvore da Vida" e posso dizer que se trata de um filme diferente, para um público diferente, filosofico demais. Apesar de ter Brad Pitt no elenco não é um filme qualquer. A trilha sonora é incrivel, a fotografia idem. Tenho certeza que a maioria do pessoal pararia de ver bem antes da metade do filme. Agora, se me perguntarem o que achei sobre o filme em si (a história), não saberei responder em palavras, talvez seja extamente isso o que o diretor se propôs: Pensar. Pensar sobre a criação da vida, a morte, a respeito da nossa existência. Enfim, só tendo paciência e assistir pra se ter um idéia do que estou falando. O que posso dizer é que é um filme de muita reflexão e isso já está sendo muito bom.

4/5

"Se você não amar, sua vida passará em frente aos seus olhos" A Árvore da Vida

Ps: Sean Penn está no elenco mas até agora estou tentando entender o papel dele no filme... e pelo visto, ele também.

Ps2: Playstation 2

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Resenha: Arraste-me Para o Inferno

Arraste-me para o inferno é o primeiro longa do diretor Sam Raimi após a "Era" "Homem Aranha" que conta com roteiro dele proprio e deu seu irmão Ivan Raimi, podemos dizer que o filme é uma volta as origens do diretor, pois no inicio da carreira o mesmo já dirigiu um longa de terror.

O filme tem como protagonista a bela Christine Brown que trabalha como bancária, ela estava bem cotada para ser promovida ao cargo de subgerente e para mostrar a seu chefe que também consegue ter pulso firme na hora de tomar decisões, ela recusa a prorrogação de uma dívida da senhora Ganush com o banco e a velha se descontrola e é retirada pelos seguranças, mais tarde quando Chris está no estacionamento a senhora Ganush aparece e ali travam uma briga um tanto absurda e que mostra como será o filme: Sustos e risos, no fim dessa briga a senhora Ganush joga uma poderosa maldição em Christine e apartir dalí sua vida começa a virar um verdadeiro inferno.

Já em segurança pelos policiais que aparecem logo depois do fato, Christine conta o que aconteceu a seu noivo que não acredita muito na história, os dois vão visitar um Medium que explica que Christine foi amaldiçoada pela maldição do "Lâmia" e tudo só tende a piorar, desesperada ela então vai até a casa da velha tentar se desculpar mas vê que a mesma está sendo velada. A partir daí a ação do filme se resumi basicamente a tentativa da moça de espantar essa maldição antes que seja tarde demais.

O filme é uma mistura de terror, suspense e comédia e peca um pouco nos efeitos especiais mas isso não influenciou muito no filme pois o roteiro bem elaborado consegue nos prender do ínicio ao fim, não é aquela coisa cansativa da maioria dos filmes de terror, onde você torce pro filme acabar o mais rapido possivel(Sim estou falando de 1408) é verdade que em algumas cenas o roteiro é previsivel mas se encerra com um final surpreendente. Com uma trilha sonora muito boa Sam Raimi consegue fazer um filme muito interessante e com certeza agradará as pessoas que ainda não puderam assistir. RECOMENDO!!!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Accio, Julho


Em Harry Potter e as Relíquias da Morte temos um filme mais adulto, comprovando que há muito tempo Harry não é mais aquela criança dos filmes anteriores. Nas primeiras cenas percebemos o tom obscuro que acerca o filme: Hermione tendo que apagar a memória de seus pais (uma coisa muito intrigante, diga-se de passagem), os Dursleys tendo que sair o mais rápido possível de casa e Rony na frente da toca com um ar de preocupação.

A cena onde Voldemort está reunido com os outros Comensais da Morte na mansão dos Malfoys já começa forte: Temos uma professora de estudo dos trouxas de cabeça para baixo acima da mesa, Voldemort conjurando o Avada Kedavra faz com que a senhora caia morta na mesa com lágrimas em seus olhos arregalados. Em seguida, Voldemort a oferece como jantar para sua cobra Nagini. Isso já seria o suficiente para uma criança ter pesadelos à noite.

Harry tem que fugir da casa dos Dursleys, pois a proteção irá se desfazer. Vemos a casa Nº4 da Rua dos Alfeneiros praticamente vazia e Harry, em seus últimos momentos ali, olha pela última vez o lugar em que viveu debaixo da escada por longos 11 anos e a sensação de nostalgia toma conta dos fãs que acompanharam a série desde o inicio. Eis que seus amigos chegam até a casa e Moody planeja uma fuga da casa sem que os comensais apareçam, para isso ele usa poção polissuco e transforma seis bruxos (Rony, Hermione, Fleur, Mundungo, Fred, Jorge) em Harry Potter para tentar confundir os comensais. É bom ressaltarmos aqui a aparição de Mundungo Fletcher pela primeira vez, o bruxo canastrão foi quase exatamente como imaginei que ele seria, mas de qualquer forma gostei bastante. A fuga dos Sete Potters deu errada, temos uma ótima cena de luta no céu, Harry e Hagrid andando com a moto de Sirius pelas ruas de Londres sendo seguidos por um comensal ficou muito bom, mas de alguma forma os comensais descobriram quem era o verdadeiro Harry e Voldemort aparece e os dois lançam feitiços que me fez lembrar o 4ª filme da saga. Mas é claro que Voldemort não consegue o que queria e Harry consegue chegar à toca a salvo, porém houve alguns saldos negativos com a morte da coruja Edwiges, Olho Tonto Moody e Jorge Weasley perdendo uma orelha. O ministro da magia vai até a toca entregar alguns objetos que Dumbledore deixou para o trio e depois de tanta tensão o casamento de Gui e Fleur irá acontecer para então podermos "respirar" um poucos mais, certo? Errado. Um patrono de Kingsley Shackebolt aparece no meio da festa avisando que o ministério caiu e o ministro está morto, os comensais estão vindo. A partir daí muita correria e o trio consegue aparatar juntos e vão parar no meio de uma Rua em Londres, eles rapidamente entram numa cafeteria e começam a conversar sobre o ocorrido no casamento quando são atacados por dois comensais da morte e uma mini batalha acontece dentro da cafeteria, mas logo os comensais morrem e o trio decide ir até o Largo Grimmauld, eles descobrem que o R.A.B do medalhão é na verdade o irmão de Sirius e Mundungo Fletcher diz que o verdadeiro medalhão está com Dolores Jane Umbrigde sim, ela mesmo. A partir desse ponto começa definitivamente a busca de Harry pelas Horcruxes, muitas cenas fiéis ao livro, diálogos idênticos e como ressaltei no inicio, o diretor abusou de tons pretos e cinzas para dar um ar de obscuridade na trama, a meu ver foi um ponto positivo, perfeito para mostrar a tensão do mundo bruxo naquele momento, todos estão preocupados com a ascensão do Lorde das trevas. Acho que as cenas na floresta poderiam ter sido menos cansativas, achei que demoraram demais ali e cansou um pouco, mas nada que tire o brilho do filme.

O trio mostrou que aprenderam muito desde "A Pedra Filosofal" agora estão mais maduros, mais confiantes e quem agradece são os fãs que podem assistir o longa mais fiel ao livro de toda a saga. A atuação de Emma Watson na hora que estava sendo torturada por Belatriz Lestrange é simplesmente incrível, Rupert Grint discutindo com Daniel Radcliffe foi um dos pontos altos do filme e com certeza a cena mais emocionante foi a morte do Elfo Dobby, ele morreu tentando ajudar seus amigos e o que muita gente não sabe é que ele durante a saga de J.K Rowling foi de extrema importância para Harry, mas nos filmes ele só havia aparecido uma vez, com certeza arrancou muitas lágrimas dos fãs.

E ao contrário de muitas críticas que li por aí, não achei o filme corrido demais, evidente que a divisão do filme foi mais uma jogada comercial, mas também é bom destacar o cuidado que a produção do diretor David Yates teve ao tratar esse filme, a meu ver seria necessária sim uma divisão já que no livro existe muitas cenas importantes que não poderiam ser excluídas, eles estão tentando fazer um filme mais fiel possível já que esse é o último e nada melhor do que fechar uma série de sucesso com um filme digno da grandiosidade que é Harry Potter, que venha julho.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Toy Story 3: "Por Onde Vocês Andaram, Velhos Amigos?"


Foi com muita expectativa que fui assistir a estréia de Toy Story 3 em junho do ano passado, depois de dez anos desde o lançamento do último filme. Confesso que tive um pouco de receio com esse, não imaginava que teria o mesmo gás dos dois primeiros, mas como pensar isso de um estúdio de animação como a Pixar que não faz nada ruim? Toy Story 3 tem gás de sobra e será naturalmente o preferido de todos os fãs. É indescritível o sentimento que Toy Story 3 nos passa desde o momento em que aparece o logo da pixar, a parede do quarto de Andy decorada com as nuvens já conhecidas pelos fãs, nos dá uma sensação de nostalgia e quando vemos Woody, Buzz e seus amigos mais uma vez, quem acompanhou a série desde o inicio é impossível não se emocionar.

Dirigido por Lee Unkrich e roteirizado por Michael Arndt e é claro pelo gênio John Lasseter o filme mostra que Andy cresceu, (algo já previsto por Woody no final do 2º filme) e agora está indo para faculdade, os brinquedos que até um tempo atrás eram amigos inseparáveis dele, agora estão confinados em um Baú, largados há anos, traçando algumas estratégias para fazer Andy lembrar-se deles, porém são obrigados a admitir que o destino deles seja realmente a lata de lixo, doação ou o sótão. Um engano faz com que Woody e seus amigos sejam levados a creche Sunnyside e lá conhecem novos brinquedos e ficam empolgados com a possibilidade de serem queridos mais uma vez por novas crianças. Uma coisa que eu gostei muito no inicio do filme e que foi uma grande sacada dos diretores foi em usar frases já famosas nos dois primeiros filmes, a cena inicial é como se fosse a primeira cena de Toy Story só que mais "moderna" digamos assim. Toy Story 3 foi feito realmente para os fãs da primeira versão do filme, quando ainda crianças assistiram o 1 e 2.

O roteiro de Toy Story 3 explora muito bem cada personagem, o sentimento de Woddy quando ele vai parar nas mãos de uma nova dona, mostrando claramente sua carência foi muito bem elaborado, o dinossauro Rex ao dizer: "ele tocou em mim" no inicio do filme, também retrata que os brinquedos querem mesmo é brincar e de preferência com seu verdadeiro dono Andy. O filme vai se desenvolvendo na creche Sunnyside onde os brinquedos descobrem que ali não é um mar de rosas como poderia parecer e terão que se unir se quiserem escapar daquele lugar, é aí que entra a verdadeira essência de Toy Story, o filme consegue agradar crianças e adultos, cada personagem nos cativa de uma forma que é difícil explicar, a frase que Woody diz: "Estaremos sempre juntos" é muito forte e comovente pois mostra que apesar de tudo o que aconteceu durante todos esses anos, eles permanecem unidos não importa o que aconteça e estão sempre ali dispostos a ajudar o amigo do lado.

Toy Story 3 pode ser classificado como uma montanha russa de emoções, pois é incrível como o filme consegue nos passar uma tensão em uma cena, em seguida derramar lagrimas e na mesma cena cair na gargalhada, a cena no lixão onde os brinquedos dão as mãos ficará na minha memória por muitos e muitos anos, e todas essas sensações vem à tona numa única animação. A cena final pode ter sido a cena mais emocionante e triste do filme, as palavras de Andy ao falar de seu grande amigo Woody soam como um flashback em nossa mente passamos a lembrar dos filmes anteriores, da grande imaginação daquele garotinho e o quanto ele era feliz com esses brinquedos, é quase impossível não segurar as lágrimas.

Enfim, Toy Story 3 é de longe meu filme preferido dos 3, um filme que você não deve deixar de assistir, um filme que encerra com chave de ouro a maior franquia da Pixar e nos mostra mais uma vez que com o passar dos anos a Pixar cada vez mais inova, se preocupa em trazer algo novo, Toy Story 3 expõe quase todos os sentimentos do ser humano que só confirma mais uma vez a capacidade de criação da espetacular Pixar, e nos meus lábios a pergunta: Até onde esse estúdio pode chegar? E antes que me perguntem, sim, ela acertou mais uma vez.

"ESTAREMOS SEMPRE JUNTOS"

Ao Infinito e Além

Fiz este blog para se ter um local onde pudesse expressar minhas opiniões sobre uma coisa que eu adoro que é o mundo do cinema, e para inaugura-lo colocarei uma resenha que escrevi há algum tempo sobre a maior série de animação já vista até hoje "Toy Story". Na época que escrevi, ainda não tinham lançado o 3º filme portanto não falo muito sobre ele, mas em seguida postarei a resenha que fiz sobre o mesmo.

Toy Story foi lançado no ano de 1995 pela Disney/PIXAR que por sinal é pra mim o melhor estúdio de animação. Ainda era muito pequeno quando Toy Story começou a fazer sucesso, o filme não só nos cativou por seus personagens autênticos, mas também pelo novo jeito de se fazer animação criado pela PIXAR, afinal era novidade na época filmes de animação em 3 dimensões.

O primeiro filme conta a história do cowboy Woody que até então era o preferido do menino Andy, mas tudo começa a mudar quando Andy ganha em seu aniversário O astronauta Buzz Lightyear um brinquedo totalmente novo e moderno, Woody se sente rejeitado e logo trata de arrumar um jeito para se livrar de Buzz é ai que a aventura começa e o filme nos mostra que apesar das diferenças de ambos a amizade pode prevalecer seja qual for à situação.

Nesse filme podemos encontrar outro fato marcante: A trilha sonora. Quando ouvimos "amigo estou aqui" em algum lugar, é impossível não lembrarmos Woody e Buzz, Como não se lembrar da célebre frase de Buzz Lightyear “ao infinito e além”, enfim coisas simples, porém de muito impacto que penetram em nossas mentes e nunca mais saem.

Toy Story recebeu três indicações ao Oscar: Melhor Trilha Sonora em Comédia, Melhor Roteiro Original e Melhor Canção "Amigo estou aqui" e indicações a globo de ouro como Melhor Filme em Comédia e Melhor Canção "amigo estou aqui".


Lembro-me também que na época de lançamento do filme foi lançado o jogo Toy Story para a plataforma Super Nintendo e Mega Drive (Genesis). Não tenho muitas informações sobre o mesmo, mas lembro-me que joguei algumas vezes a versão de SNES. Você controlava o cowboy Woody pelo quarto de Andy passando por vários obstáculos que no caso eram brinquedos que te atrapalhavam um pouco, era bastante divertido, mas tinha horas que irritava. Como fã da série recomendo que baixem, é possível baixar esse jogo para o emulador de SNES tranquilamente pela net, ou se preferir você pode tentar achar o cartucho em alguma loja mais próxima.


Devido ao sucesso de Toy Story a Disney/PIXAR lança em 1999 a continuação Toy Story 2, para mim sem dúvida melhor que o primeiro. Na continuação, Andy, foi para um acampamento de verão. Enquanto isso, seus brinquedos o esperam em sua casa. Mas, Woody vai parar numa venda de usados para salvar um brinquedo chamado Wheezy e acaba sendo roubado por um colecionador de bonecos chamado Al. Os brinquedos entram em pânico e, liderados pelo boneco espacial Buzz Lightyear, planejam uma estratégia para resgatar Woody daquele ladrão. Já na casa de Al, Woody conhece a cowgirl Jessie, o cavalo Bala no Alvo e o Mineiro e descobre que é um raríssimo boneco de uma série de televisão dos anos 1960 e que será vendido, junto com os novos amigos, para um museu no Japão. Diante da nova situação, Woody terá que decidir entre ficar com o menino Andy e fazer parte da vida de uma criança ou ir para o museu e ficar para sempre sendo observado por visitantes.

Esse filme agora está com um visual mais limpo, melhorado, é incrível como após 10 anos de seu lançamento o mesmo consegue bater facilmente outros filmes do gênero tornando-se assim a melhor animação de computação gráfica.

Toy Story 2 foi indicado ao Oscar de melhor canção pela música "When She Loved Me" e venceu outras premiações. Inicialmente os produtores queriam que toy story 2 fosse lançado direto para VHS mas após verem o resultado final acharam melhor exibi-lo no cinema.


Foi lançado também o game Toy Story 2: Buzz Lightyear to the Rescue baseado no filme saindo para as plataformas: Nintendo 64, Playstation,Dreamcast e PC. Nunca cheguei a jogá-lo por isso não darei minha opinião sobre o mesmo.


Não há dúvidas de que Toy Story é maior obra-prima da Pixar e que influenciou muitas outras animações com o passar dos anos, e seus personagens cativantes serão lembrados para sempre, como diz a célebre frase que por sinal dá titulo a esse texto: Ao Infinito e além.